terça-feira, 15 de outubro de 2013

Um pouco de verdade: Essa vida, o professor

Ser professor é ter a capacidade de "sair de cena, sem sair do espetáculo"; é apontar caminhos, mas deixar que o aluno caminhe com seus próprios pés. Interessante. O Professor está sempre ocupado. Ele, mais do que ninguém conhece muito bem suas qualidades e seus defeitos. O professor tem uma paciência extraordinária para, muitas vezes lidar com aquele aluno desinteressado, aquele aluno problemático, aquele aluno que não o respeita. O Professor conhece cada aluno que vem à sua sala; cada aluno que frequenta sua aula. Ele sabe sobre o que o aluno se interessa; ele também sabe quando sua disciplina não agrada. O professor é um excelente psicólogo, pois lida cotidianamente com um universo de mentes; ele conhece aquele aluno que tem uma condição de vida que poucos possuem, as vezes nem ele mesmo é possuidor de tal; conhece aquele aluno que veio sem nem tomar o café da manhã. O Professor nota pelo sorriso, quando o aluno se sente bem no dia de hoje, quando ele se sente triste no dia de amanhã. Professor também é um excelente pai. Como todo bom pai se preocupa com seus filhos, assim também é o professor; ele ensina, e re-ensina, se possível faz "aquela mágica", afim de pôr na mente do aluno aquele conhecimento que ele sabe que não é fácil de adquirir. Em alguns momentos, passa literalmente "a mão" na cabeça de seus alunos; o verdadeiro professor odeia disciplinar seus alunos; mas o faz meio que constantemente. Ele odeia ter que tirar um aluno pra fora; e quando isso ocorre, saiba que na maioria das vezes, o entristece. Ele não considera isso uma falta de respeito, apenas de compromisso para com os demais alunos. O professor é um guerreiro. Ele luta diariamente, contra o tempo, contra seu bem estar, contra suas próprias forças, para o preparo de uma que considera que seja "excelente aula". Nota-se que também é um perfeccionista. Não bastasse isso tudo, o Professor é um excelente ator. E nem queria ser aquele galã de Hollywood, com todo aquele glamour, mas convenhamos que o próprio faz o possível (apenas algumas vezes) e o impossível (na maioria das vezes) para se conquistar aquele precioso momento de atenção do aluno, necessário para aquisição de tal conhecimento. O Professor é um intelectual nato, e muitas vezes, passa desapercebido, e é comumente desvalorizado por grande parte da sociedade. O professor é um aluno na mente de professor; é um professor na mente de aluno. É um discípulo fiel de um conhecimento que não tarda nem finda, apenas ilumina, e brilha; e contorna; e molda. 

Ser Professor é um dom. Professor é, e sempre continuará a ser Professor, em qualquer "célula" do ensino; em qualquer "espaço ou paisagem" que estiver; em qualquer universo "paralelo ou concorrente" do conhecimento; em qualquer "norma padrão ou não-padrão" de língua; em qualquer "matéria" seja ela sua preferida ou não, constituída por "átomos" de informações; em qualquer estudo do passado, com base nos problemas e indagações que se apresentam no presente, considerando cuidadosamente as especificidades de cada época. É Professor, aos senhores(as), e a nós, os mais jovens, os parabéns. Sei que no nosso dia (ah se fosse apenas nesse dia), não temos o merecido descanso, mas um dia, isso há de mudar. Não para pior, mas para o melhor que sempre buscamos para a sociedade.


Por Dandan Gouveia. Aos guerreiros, e
verdadeiros super-heróis de um
ensino tão sofrido, porém aguerrido,
os meus parabéns.
Você teve a oportunidade de dizer isso a(os)
seu(s) no dia de hoje?

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Um pouco de Línguística: Linguística Aplicada, a "nova dona do pedaço" linguístico?

Linguística Aplicada. Pense nessa “teoria” inserida no ramo de todas as ciências linguísticas, considerada uma hora acima da própria (uma vez que a abrange), e outrora um “vira e mexe” com todo o ramo linguístico; e trate-a como fundamental no que se diz respeito aos campos do conhecimento cognitivo e metacognitivo. É visível que utiliza-se tanto de cognitividade (para analisar a capacidade de conhecimento de um determinado assunto em questão, no caso a língua) quanto de metacognitividade (uma vez que estuda-se estratégias de como se adquirir o conhecimento que lhe fora designado na obtenção de determinada tarefa) para se entender  “o funcionamento” da mais “nova ciência”, descoberta no século passado, porém ainda passando por processo de constantes e consideráveis “suaves avanços”.

             A vista dessas primeiras observações e notificações, surge-nos um artigo, publicado em University of Cambrigde, sobre o tema em questão: O que seria Linguística Aplicada?. E eis a conclusão: “tarefa” bastante complexa e demasiadamente complicada. Como justificativa para tamanhas dúvidas, o surgimento de algumas notáveis perguntas: Seria ela parte da linguística... ou abrangeria ela toda a Linguística? Seria ainda, apenas uma base metodológica, ou simplesmente um manual de instruções sobre como lidar com língua e sociedade no cotidiano escolar e, posteriormente, acadêmico? Diante desses questionamentos, fica visível uma divisão entre linguistas que estudam a linguagem em um dado ponto do tempo (geralmente o presente, linguística sincrônica) e aqueles que estudam sua evolução através do tempo (linguística diacrônica), séculos, por vezes. Isso porque geralmente os linguistas de um determinado campo acham que as “laterais” do outro sejam menos interessante e forneçam menos possibilidades de compreensão para os frequentes problemas da linguagem. Afinal, não estamos a discutir questões capazes de solucionar problemas relacionados a “aquisição” (mesmo que “embutidamente”, no real sentido da palavra) de conhecimento quanto a práticas de ensino de língua estrangeira?
Podemos observar, ainda de acordo com o artigo de Cambridge, que a Linguística Aplicada é notoriamente algo bastante “difícil” de se conceituar, justamente pelo fato de pertencer ou não a outras áreas Linguísticas. Fazendo um link com Davies & Dier (2004), que partilham da mesma dificuldade, é interessante, em sua pesquisa, a maneira como ambos abordam o caso. E a(s) pergunta(s) que não quer(em) calar: Como podemos nós, meros comuns e humanos professores de língua estrangeira, ensinar melhor uma língua estrangeira? Fica visível que, nesse momento, uma série de outras perguntas deve estar surgindo em sua cabeça. Uma delas com certeza seria o método de ensino de aquisição (outra vez ela) de língua estrangeira, proposto pelos europeus, norte-americanos – geograficamente tratando de Canadá, México (sim, os mexicanos também) e claro, os Estados Unidos – e asiáticos, uma vez que a variação fonética de ambos é totalmente diferente; e se é possível aprender uma língua estrangeira em 6 meses – visto que hoje é uma tortura (embora silenciosa) psicológica. E claro, a pergunta que não quer calar: Quais estratégias você, professor, se utilizou para tal milagre, visto que trata de um programa bilíngue para uma população L1 (trazendo para nosso país, o Brasil, onde praticamente 85% da população só fala um português muito “mal falado”)?
Então, sigamos com algumas possíveis definições (confesso eu que nunca presenciei algo científico tão complicado de se conceituar!). De acordo com Brumifit (1997), Linguística Aplicada seria uma investigação teórica e empírica dos problemas reais do mundo, tratando-se de língua; Schmitt e Celce-Murcia (2002) definem-na como “algo” que usamos para conhecer a língua, e como é “apreendida” ou usada, com objetivo de solucionar problemas comunicativos no mundo real. “Blindado” com um “contexto histórico minado”, porém “recheado”, os autores procuram conduzir o leitor a compreender um pouco da “confusa” história do surgimento da Linguística Aplicada, citando nomes como Bloomfield, Charles, B. Fries, Mackey, Howatt. Os dois escritores destacam o rápido e vasto crescimento da tal “ciência”, que felizmente “não brocha”, pelo contrário, simplesmente “floresce”, chamando atenção da comunidade linguística, de departamentos acadêmicos, com destaque em diversos jornais internacionais, “ganhando” merecidamente uma associação internacional: Association Internacionale de Linguistique Appliquée (AILA) – Yi, in français. Concluindo seu artigo, nos apresentam um fato interessante, que muitas vezes nos passa meio que desapercebidos: a distinção entre Linguística Aplicada e as aplicações da linguística. Sustentando-se no comentário de  Widdowson (2000), no caso da Linguística Aplicada, “a suposição é de que o problema pode ser reformulado pela aplicação direta e unilateral de conceitos e termos decorrentes da investigação linguística em si”. Em outras palavras, os famosos e técnicos “problemas de linguagem são passíveis de soluções linguísticas. Tratando-se de Linguística Aplicada, a intervenção é crucialmente uma questão de mediação (...) tendo de se relacionar e conciliar diferentes representações da realidade, inclusive a da linguística, sem excluir outros”.
Para não “fugirmos do costume” de linkagem, Signorini (1998) afirma que a linguística aplicada tem buscado, por sua vez, a referência de uma língua real; em outras palavras, uma língua falada por falantes reais em suas práticas reais e específicas. Esse fato é bem interessante, se trouxermos pro campo sociolinguístico, visto que é analisada a competência linguística de cada indivíduo, dentro da esfera social a que faz parte. Por isso a necessidade de um objeto de pesquisa (teoria): o estudo de práticas específicas de uso da linguagem em contextos e situações específicas do cotidiano de ensino ou social. Com esse tipo de estudo, espera-se que a ênfase nas questões sociais, que culminam em uma desigualdade verbal comunicativa, faça-se uma relação de interdependência não determinística entre o micro e macro contexto que se insere o processo interacional da linguagem. O estudo da comunicação em contextos institucionais passa, dessa forma, a apontar a importância do ideológico compreendido como um fenômeno de natureza plural e indexical, capaz de constituir os processos semióticos que habitam o cotidiano. Com isso, percebe-se uma postura metodológica, embora científica, fundamentada em uma diversidade de investigações, nesse conceito de linguística aplicada. Uma prova para essa afirmação, seria o fato de que, se por um lado, o confronto de posições no campo institucional seja inevitável, por outro, não deixaria de ser até certo ponto, paradoxal; isso porque "justamente os que estão em uma posição privilegiada para melhor dimensionar as implicações éticas e políticas da multiplicidade apresentada no cotidiano, continuassem reproduzindo a partilha entre iluminados e ingênuos, entre verdades e enganos, dentre outros fatores" (Signorini, 1998, p.108).
Por isso a necessidade de uma formação teórica e também crítica da figura do profissional da educação, uma vez que o próprio, especialmente em nosso país, passa por problemas quase que constantes, principalmente quanto ao processo didático para formar indivíduos falantes de uma língua estrangeira, seja qual for. Com base nessa afirmação, Moita Lopes (1996), a formação teórico-crítica do professor envolve dois tipos de conhecimento: o conhecimento teórico da natureza da linguagem tanto dentro quanto fora da sala de aula, capaz de envolver conhecimentos interpretativos em contextos sociais, como cultura histórica e costumes contemporâneos, podendo assim classificá-lo como processo cognitivo; e o conhecimento sobre como atuar na produção do conhecimento; desse modo a sala de aula deixa de ser o lugar de certeza ou de aplicação para o conhecimento pronto e acabado, e passa a ser um campo inexplorado; através disso, o professor utilizar-se-ia de processos metodológicos criados pelo próprio, claro, com base em teorias de outros especialistas, mas desenvolverá autonomia para seu próprio processo de ensino, visto que em cada sala de aula presencia-se uma situação diferente. Esse último processo portanto, poderíamos classifica-lo como metacognitivo.

Em virtude disso, o mesmo autor ainda conceitua a "tal" Linguística Aplicada como uma forma de antidisciplina, ou conhecimento transgressivo, dessa forma, fazendo com que o profissional da educação sempre exerça o ato de pensar, “despertando” dinamicidade quanto à transmissão de determinado conteúdo abordado. Portanto, ela assume uma função crítica, possibilitando todo um novo conjunto de questões e interesses tópicos tais como identidade, sexualidade, ética, desigualdade social, desejo ou reprodução de alteridade, que até então não eram consideradas como interesse por parte da Linguística Aplicada – perceba a diferença de superficialidade e especificidade. Desse modo, assume o papel de "rebelde sem causa da referida ciência", “dividindo-a”, portanto, nessas duas perspectivas. E não é que vem recebendo adeptos, e notoriedade, ganhando assim, seu espaço, chegando a ser defendida com todas “as unhas e dentes” que lhe são oferecidas? Em certos casos, Widdowson (2001), sugere que a Linguística Aplicada tradicional é tida como "hipócrita" (coisa forte!), pelo simples fato de sua “inabilidade” ou “má vontade” de dar conta de “questões significativas atuais”, como (a) reconhecer a importância de questões politicas (desigualdade, pobreza, racismo), mas argumentar que essas mesmas questões não tem nada a ver com interesses acadêmicos ou da LA, ou ainda que não tem como se decidir entre posições opostas do ponto de vista ético e politico; (b) a adereção de uma ideologia particular, isso porque embora as políticas subjacentes a posições criticas diferentes devam ser investigadas, uma solução para tal feito não pode ser negar questões de cunho político e “reivindicar uma neutralidade”; (c) o pouco compreendimento da teoria crítica, como em debates acerca do pós-estruturalismo, ou pós-colonialismo e pós-modernismo, fazendo com que o individuo seja realmente “obrigado” a concordar com tais aceitações; o que a linguística aplicada critica “pede”, é que se tenha conhecimento e argumentos construtivos para assim “poder tentar rejeitar” tal afirmação ou questão teórica, e adequá-la a corrente que lhe aprouver realmente; (d) as crescentes perspectivas críticas na Linguística Aplicada, que provém de partes, com “agendas” diferentes, tentando “exportar”, de maneira global, visões de crenças politicas e epistemológicas como constituintes centrais da Linguística Aplicada, visto que ao mesmo tempo “ignoram” as opiniões alternativas de mundo, afim de evitar a demanda por uma Linguística Aplicada “mais responsável”. Uma vez exposta essas “hipocrisias”, percebemos a necessidade de uma necessidade crucial de termos tanto instrumentos políticos como epistemológicos para transgredir as fronteiras do pensamento e da politica tradicionais; isso porque qualquer projeto crítico necessita tanto de uma agenda politica critica como de uma preparação para questionar os conceitos com os quais ela lida (Moita Lopes, 2006, p.82).
A vista de tanta "lorota", você, depois da paciência pra ler tudo (se é que teve), conseguiu conceituar a tal "Línguística Aplicada"?
Em minha humilde opinião de blogueiro que quer expor um pouco de tudo aqui para você, chego a apenas uma conclusão: Essa tal de "ciência" é muito complicada! E você deve estar sentindo a mesma coisa que eu. Porque, um campo interdisciplinar de estudo que identifica, investiga e oferece soluções para problemas relacionados com a linguagem da vida real, não se limita apenas a questões fonéticas, fonológicas, e de registro! Assim como a educação passa por constantes mudanças desde a república Platônica, do mesmo jeito são a linguística, a psicologia, a antropologia e (porque não?) a sociologia. Sim, todas essas ciências "saídas do forno", que partem desde o período da revolução industrial, e se estendendo até os dias de hoje, estão ligadas direta ou indiretamente a essa "nova área" do conhecimento. Por te tratar de um trabalho "puramente" descritivo, os grandes nomes do ramo procuram sempre clarificar a natureza da linguagem sem usar juízos de valor ou tentar influenciar o seu desenvolvimento futuro. O problema começa a surgir a partir de alguns profissionais (e mesmo amadores) que visam estabelecer "regras para a linguagem", sustentando um "padrão particular" que todos devem seguir. Sendo assim, o "conflito armado" dá-se por parte dos próprios, uma vez que os indivíduos atuantes nesses esforços de descrição e regulamentação possuem "sérias desavenças" (e tome briga!) sobre como e por que razão a linguagem deve ser estudada. Esses dois grupos "originários da guerra civil" podem (e fazem) descrever o mesmo fenômeno de modos diferentes, e em linguagens diferentes. Aquilo que, para um grupo é uso incorreto, para o outro é uso idiossincrático, ou apenas simplesmente o uso de um subgrupo particular – geralmente menos poderoso socialmente do que o subgrupo social principal, responsável por usar a mesma linguagem.
            E aí? Entendeu alguma coisa? Bem, ao menos uma coisa é certa. Apenas tenha em mente que a língua é um instrumento utilizado para a comunicação, e não para se obter um "padrão". Portanto, altere e adeque seu discurso quando necessário; seja um bom linguista, e (de)mo(n)stre unicamente sua competência comunicativa. "Burburinhos" à parte, sim, parece que ela (a Linguística Aplicada) literalmente "bomba" nos "bastidores linguísticos".

Por Dandan Gouveia. Ah, essa coisa, a Linguística.
11/10/2013, no aniversário de minha Cidade.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Um pouco de Cinema: Pequena lista de filmes que marcaram época

             

           Olá pessoal!
         Depois de mais um mês sumidinho por aqui, estou de volta! Dessa vez espero que vocês tenham entendido, estava preparando umas coisinhas para vocês. Como é outubro, e estou um pouco livre e desocupado (novidade né?), vamos falar um pouco sobre filmes, esse entretenimento que tanto nos fascina, não era para tanto, uma vez que estamos lidando com sétima arte. A pedido de algumas pessoas que acompanham o blog, resolvi fazer uma breve listinha sobre uns filmes que me chamaram atenção durante os anos. Como gosto não se discute, estou aberto a sugestões. Creio que os pontos de vista e as opiniões, nesse caso, irão divergir um pouco (risos) . Mas que compartilhemos um pouco do que nós, como um todo, gostamos. Sempre temos aquele filme que, de um jeito ou outro, marcou nossa infância, adolescência, juventude e maturidade. Como você avalia aquele filme de tantos anos atrás, revendo-o novamente, agora maduro?
       Preparei uma listinha, com carinho, afim de atender a todas as idades e gerações, espero que tenham gostado. Foram de orçamentos gigantescos para cada época, como Ben-Hur - estimado em U$$ 15 milhões, no final dos anos 50, considerado recorde de orçamento até a presente data - a produções como One Flew Over the Cuckoo's Nest - beirando os U$$ 4,4 milhões, em plenos anos 70, que tiveram produções como Superman, chegando a casa dos U$$ 55 milhões. Há muitos outros filmes que assisti, gostei e não mencionei; fiz isso de propósito para ver a opinião de vocês!! Espero que gostem do resultado. Sem mais delongas, partamos para o que interessa, afinal queremos ver filmes. Se virem nos "+30", e divirtam-se!

       Dando início à nossa referida "listinha", dividida e/ou separada por gênero, como vocês bem quiserem denominar/classificar, que tal “aquele” drama?

1. E o Vento Levou (Gone with the Wind) – 1939, Victor Flem
2. Cidadão Kane (Citzen kane) – 1941, Orson Welles
3. O Poderoso Chefão (The Godfather) – 1972, Francis Ford Coppolla
4. O Poderoso Chefão: Parte II (The Godfather: Part II) – 1974, Francis Ford Coppolla
5. O Velho e o Mar (The Old Man and the Sea) – 1958, John Sturges
6. Num Lago Dourado (On a Golden Pound) – 1981, Mark Rydell
7. A Escolha de Sofia (Sophie’s choice) – 1982, Alan J. Pakula
8. A Lista de Schindler (Schindler’s List) – 1992, Steven Spielberg
9. As Vinhas da Ira (The Grapes of Wrath) – 1940, John Ford
10. Juventude Transviada (Rebel Without a Cause) – 1955, Nicholas Ray
11. Assim Caminha a Humanidade (Giant) – 1956, Georde Stevens
12. Kramer vs. Kramer (Kramer vs. Kramer) – 1979, Robert Benton
13. Um Estranho no Ninho (One Flew Over the Cuckoo's Nest) – 1975, Miloš Forman
14. A Cor Púrpura (The Color Purple) – 1985, Steven Spielberg
15. Era uma vez na America (Once Upon a Time in America) – 1984, Sergio Leone
16. Verão de 42 (Summer of 42’) – 1972, Robert Mulligan
17. Um Sonho de Liberdade (The Shawshank Redemption) – 1994, Frank Darabon
18. Barry Lyndon (Barry Lyndon) – 1975, Stanley Kubrick
19. Antes de Partir (The Bucket List) – 2004, Rob Reiner
20. O Império do Sol (Empire of The Sun) – 1987, Steven Spielberg
21. Topázio (Topaz) – 1969, Alfred Hitchcock
22. A Filha de Ryan (Ryan's Daughter) – 1970, David Lean
23. E agora brilha o sol (The Sun Also Rises) – 1957, Henry King
24. A Felicidade Não Se Compra (It's a Wonderful life) – 1946, Frank Capra
25. Crepúsculo dos Deuses (Sunset Boulevard) – 1950, Billy Wilder
26. Vidas Amargas (East of Eden) – 1955, Elia Kazan
27. Amadeus (Amadeus) – 1984, Milos Forman
28. Passagem para a India (A Passage to India) – 1984, David Lean
29. A Dama de vermelho (The Woman in Red) – 1984, Gene Wilder
30. O Sol é para todos (To Kill a Mockingbird) – 1962, Robert Mulligan

       Continuando, limpe as lágrimas, engula o choro e parta para o riso. Que tal aquela comédia que você "nunca assistiu" e riu à beça?

1. Apertem os cintos: o Piloto sumiu! (Airplane!) – 1980, Jim Abrahams
2. Um convidado bem trapalhão (The Party) – 1968, Blake Edwards
3. Monty Python em Busca do Cálice Sagrado (Monty Python and the Holy Grail) – 1975, Terry Gilliam, Terry Jones
4. Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (Annie Hall) – 1977, Woody Allen
5. Corra que a Polícia Vem Aí! (The Naked Gun: From the Files of Police Squad!) –  1986, David Zucker
6. Bananas! (Fielding Mellish) – 1971, Woody Allen
7. Banzé no Oeste (Blazing Saddles) – 1974, Mel Brooks
8. Deu a Louca no Mundo (It's a Mad, Mad, Mad, Mad World) – 1963, Stanley Kramer
9. A pantera cor-de-rosa (The Pink Panther) – 1963, Blake Edwards
10. Negócio Arriscado (Risky Business) – 1983, Paul Brickman
11. Um tira da pesada (Beverly Hills Cop) – 1984, Tony Scott
12. Quanto Mais Quente Melhor (Some Like It Hot) – 1959, Billy Wilder
13. O Grande Ditador (The Great Dictator) – 1940, Charles Chaplin
14. Tempos Modernos (Modern Times) – 1936, Charles Chaplin
15. O Rato que Ruge (The Mouse That Roared) – 1959, Jack Arnold
16. Casino Royale (Cassino Royale) - 1967, Val Guest, Ken Hughes, John Huston, Joseph McGrath e Robert Parrish
17. Um Tiro no Escuro (A Shot in the Dark) - 1964, Blake Edwards
18. Curtindo a Vida Adoidado (Ferris Buller’s day off) – 1986, John Hughes
19. A Garota Rosa-Shocking (Pretty in Pink) – 1986, John Hughes
20. Esqueceram de Mim (Home Alone) – 1990, John Hughes
21. Esqueceram de Mim 2: Perdido em Nova York (Home Alone 2: Lost in New York) – 1992, John Hughes
22. Alguém Muito Especial (Some Kind of Wonderful) – 1987, Howard Deutch
23. Arthur – O Milionário Sedutor (Arthur) – 1981, Steve Gordon
24. Mudança de Hábito (Sister Act) – 1992, Emile Ardolino
25. Brazil (Brazil) – 1985, Terry Gilliam
26. Trocando as Bolas (Trading Places) – 1983, John Landis
27. Tá todo Mundo Louco! (Rat Race) – 2001
28. Um Príncipe em Nova York (Coming to America) -1988, John Landis
29. Os irmãos Cara de Pau (The Blues Brothers) – 1980, John Landis
30. Um dia a Casa Cai (The Money Pit) – 1986, Richard Benjamin

    Ponha um chapéu e prepare a pipoca. Isso te lembra algo? Claro, por que não uma aventura?

1. Os caçadores da Arca perdida (Raiders of the Lost Ark) – 1981, Steven Spielberg
2. A Volta ao Mundo em 80 Dias (Around the World in 80 Days) – 1956, Michael Anderson
3. Lawrence da Arábia (Lawrence of Arabia) – 1962, David Lean
4. O Tesouro de Sierra Madre (The Teasure of Sierra Madre) – 1939, John Huston
5. Guerra nas Estrelas, Episódio 4: Uma Nova Esperança (Star Wars, Edpisode IV: A New Hope) – 1977, George Lucas
6. Indiana Jones e o Templo da Perdição (Indiana Jones and The Temple of Doom) – 1984, Steven Spielberg
7. Os Cavaleiros da Trávola Redonda (Knights of The Round Table)  1953, Richard Thorpe
8. As Aventuras de Robin Hood (The Adventures of Robin Hood) – 1938, Michael Curtiz
9. Camelot (Camelot) – 1967, Joshua Logan
10. Tubarão (Jaws) – 1975, Steven Spielberg
11. De Volta para o Futuro (Back to the Future) – 1985, Robert Zemericks
12. Apocalypse Now (Apocalipse Now) – 1979, Francis Ford Coppola
13. Uma Aventura na África  (The African Queen)  - 1959, John Huston
14. King Kong (King Kong) – 1938, Merian C. Cooper
15. O Grande Motim (Mutiny on the Bounty) – 1962, Frank Lloyd
16. Ben-Hur (Ben-Hur) – 1959, William Wyler
17. Spartacus (Spartacus) – 1960, Stanley Kubrick
18. Os Eleitos (The Right Stuff) – 1983, Philip Kaufman
19. Os Dez Mandamentos (The Tem Commandments) – 1956, Cecil B. DeMille
20. O Homem Que Queria Ser Rei (John Huston)
21. Oliver Twist (Oliver Twist) – 1948, David Lean
22. Dança com Lobos (Dances with Wolves) – 1990, Kevin Costner
23. Moscou Contra 007 (From Russia With Love) – 1963, Terence Young
24. Indiana Jones e a Última Cruzada (Indiana Jones and The Last Crsade) – 1989, Steven Spielberg
25. Scaramouche (Scaramouche) – 1952, George Sidney
26. A Máquina do Tempo (The Time Machine) – 1956, George Pal
27. Jurassic Park – Parque dos Dinossauros (Jurassic Park) – 1992, Steven Spielberg
28. Máquina Mortífera (Dead Weapon) – 1987, Richard Donner
29. Rambo: Programado para Matar (First Blood) – 1982, 
30. Os Gonnies (The Goonies) – 1984, Richard Donner

      Hora do romance… E aí, vamos de flores, ou de amores?

1. Candelabro Italiano (Rome Adventure) – 1962, Delmer Daves
2. Casablanca (Casablanca) – 1942, Michael Curtiz
3. A Fonte dos Desejos (Three Coins in the Fountain) – 1954, Jean Negulesco
4. Romeu e Julieta (Romeo & Juliet) – 1968, Franco Zeffirelli
5. Love Story: Uma História de Amor (Love Story) – 1970, Arthur Hiller
6. Um Homem, uma Mulher (Un homme et une femme) – 1966, Claude Lelouch
7. A Força do Destino (An Officer and a Gentleman) – 1983, Taylor Hackford
8. Amor sem Fim (Endless Love) – 1981, Franco Zeffirelli
9. Amor à Primeira Vista (Falling in Love) – 1984, Ulu Grosbard
10. As Pontes de Madison (The Bridges of Madison County) – 1995, Clint Eastwood
11. Entre Dois Amores (Out of Africa) – 1985, Sydney Pollack
12. O Príncipe das Mares (The Prince of Tides) – 1991, Barbra Streisand
13. A Vida é Bela (La Vita è Bella) – 1997, Roberto Benigni
14. E agora Seremos Felizes (Meet Me in St. Louis) – 1944, Vincente Minnelli
15. A Difícil Arte de Amar (Heartburn) – 1986, Mike Nichols
16. A Um Passo da Eternidade (From Here to Eternity) – 1953, Fred Zinnemann
17. Dirty Dancing: Ritmo Quente (Drity Dancing) – 1987, Emile Ardolino
18. Diários de uma Paixão (The Notebook) – 2005, Nick Cassavetes
19. O Curioso caso de Benjamin Button (The Curious Case of Benjamin Button) – 2008, David Fincher
20. Ghost: Do outro lado da Vida (Ghost) – 1990, Jerry Zucker
21. Outono em Nova York (Autumn in New York) – 2003, Joan Chen
22. A Casa do Lago (The Lake House) – 2006, Alejandro Agresti
23. Em Algum Lugar do Passado (Somewhere in Time) – 1972, Jeannot Szwarc
24. Encontro Marcado (Meet Joe Black) – 1999, Martin Brest
25. Cidade dos Anjos (City of Angels) – 1998, Brad Silberling
26. Um Dia (One Day) – 2011, Lone Scherfig
27. Lendas da Paixão (Legends of the Fall) – 1994, Edward Zwick
28. Dias de paraíso (Days of Heaven) - 1978, Terrence Malick
29. Os Yankes Estão de Volta (Yanks) - 1979, John Schlesinger
30. A Primeira Noite de um Homem (The Graduate) – 1967, Mike Nichols

    Agora, segura o riso e o choro, porque eis que vem o mais novo gênero da história do cinema: a comédia romântica!

1. A Rosa Púrpura do Cairo (The Purple Rose of Cairo) – 1985, Woddy Allen
2. Cocktail (Cocktail) – 1988, Roger Donaldson
3. Essa Coisa, o Amor (Luv) – 1967, Clive Donner
4. Uma Linda Mulher (Pretty Woman) – 1991, Garry Marshall
5. Enquanto Você Dormia (While You Were Sleeping) – 1995, John Turteltaub
6. Doce Novembro (Sweet November) – 2001, Pat O'Connor
7. Orgulho e Preconceito (Pride and Prejudice) – 2003, Joe Wright
8. Quatro Casamentos e um Funeral (Four Weddings and a Funeral) – 1994, Mike Newell
9. Um Lugar Chamado Nothing Hill (Notting Hill) – 1999, Roger Mitchell
10. O Guarda-Costas (The Bodyguard) – 1994, Mick Jackson
11. Simplesmente Amor (Love Actually) – 2003, Richard Curtis
12. Do que as Mulheres Gostam (What Women Want) – 2000, Nancy Meyers
13. Lisbela e o Prisioneiro (Lisbela e o Prisioneiro) – 2003, Guel Arraes
14. Idas e Vindas do Amor (Valentine’s Day) – 2010, Garry Marshall
15. Jogo de Amor em Las Vegas (What Happens in Vegas) – 2008, Tom Vaughan
16. Chocolate (Chocolat) – 2000, Lasse Hallström
17. Edward Mãos de Tesoura (Edward Scissorhands) – 1992, Tim Burton
18. Como Perder um Homem em 10 Dias (How to Lose a Guy in 10 Days) – 2010, Donald Petrie
19. De Repente é Amor (A Lot Like Love) – 2005, Nigel Cole
20. Antes do Amanhacer (Before Sunrise) – 1995, Richard Linklater
21. Shakespeare Apaixonado (Shakespeare in Love) – 1998, John Madden
22. Noiva em Fuga (Runaway Bride) – 1999, Garry Marshall
23. Jerry McGuire: A Grande Virada (Jerry Maguire) – 1996, Cameron Crowe
24. Alguém tem que Ceder (Something's Gotta Give) – 2003, Nancy Meyers
25. Letra e Música (Music & Lyrics) – 2007, Marc Lawrence
26. Mensagem para Você (You've Got Mail) – 1998, Nora Ephron
27. Nunca fui Beijada (Never Been Kissed) – 1999, Raja Gosnell
28. Como se Fosse a Primeira Vez (50 First Dates) – 2004, Peter Segal
29. Juntos pelo Acaso (Life as We Know It) – 2010, Greg Berlanti
30. Amor a toda Prova (Crazy, Stupid, Love) – 2011, John Requa

   Depois de tanto "amor e riso", um pouco de reflexão sobre a produtividade e imaginação da mente humana. Muitos desses trabalhos, que antes, passavam de mera impossibilidade, hoje nos cercam com toda tecnologia e sofisticação. Agora é com você: aqui trago algumas ficções científicas!

1. 2001: Uma Odisseia no Espaço (2001: A Space Odyssey) – 1968, Stanley Kubrick
2. Blade Runner: O Caçador de Andróides (Blade Runner) – 1982, Ridley Scott
3. Alien: O Oitavo Passageiro (Alien) – 1979, Ridley Scott
4. Solaris (Solaris) – 1972, Andrei Tarkovsky
5. Laranja Mecânica (A Clockwork Orange) – 1973, Stanley Kubrick
6. Dr. Fantástico (Dr. Strangelove) – 1964, Stanley Kubrick
7. THX 1138 (THX 1138) – 1971, George Lucas
8. Contatos Imediatos do Terceiro Grau (Close Encounters of the Third Kind) - 1977, Steven Spielberg
9. E. T. — O Extraterrestre (E.T.: The Extra-Terrestrial) – 1982, Steven Spielberg
10. Metrópolis (Metropolis) – 1927, Fritz Lang
11. Viagem à Lua (Le voyage dans la lune) – 1902, Georges Méliès
12. Duna (Dune) – 1984, David Lynch
13. O Exterminador do Futuro (The Terminator) – 1984, James Cameron
14. Mad Max (Mad Max) – 1979, George Miller
15. Barbarella (Barbarella) – 1964, Roger Vadim
16. Sonhos (Dreams) – 1988, Akira Kurosawa
17. O Homem Elefante (The Elephant Man) – 1980, David Lynch
18. Eraserhead (Eraserhead) – 1977, David Lynch
19. Rollerball: Os Gladiadores do Futuro (Rollerball) – 1975, Norman Jewison
20. Tron: Uma Odisseia Eletrônica (Tron) – 1982, Steven Lisberger
21. Jornada nas Estrelas 2: A Ira de Khan (Star Trek II: The Wrath of Khan) – 1982, Nicholas Meyer
22. Minority Report, a Nova Lei (Minority Report) – 2000, Steven Spielberg
23. O Enigma de Andrômeda (The Andromeda Strain) – 1971, Robert Wise
24. O Homem que Caiu na Terra (The Man Who Fell to Earth, Reino Unido) – 1976, Nicolas Roeg
25. O Enigma de Outro Mundo (The Thing) – 1982, John Carpenter
26. Corrida Silenciosa (Silent Running) – 1972, Douglas Trumbull
27. RoboCop: O Policial do Futuro (RoboCop) – 1987, Paul Verhoeven
28. O Planeta Proibido (Forbidden Planet) – 1956, Fred M. Wilcox
29. O Planeta dos Macacos (Planet of the Apes) – 1968, Flanklin J. Schaffner
30. O Dia em Que a Terra Parou (The Day the Earth Stood Still) – 1951, Robert Wise

     Creeps?! Sim, terror. Um dos primeiros gêneros já realizados. Não nos "viremos nos 30"; nessa seção, optei por colocar o que me aprouve achar interessante. Lembrem-se: a partir do velho, porém bom Trash, surgiram as tais "produções" de hoje!!

1. O Exorcista (The Exosrcist) – 1973, Steve Boeddeker
2. O Iluminado (The Shining) – 1980, Stanley Kubrick
3. Poltergeist, o Fenômeno (Poltergeist) – 1982, Tobe Hooper
4. Entrevista com o Vampiro (Interview With the Vampire) – 1994, Neil Jordan
5. O Massacre da Serra Elétrica (The Texas Chain Saw Massacre) – 1974, Tobe Hooper
6. O Vampiro da Noite (Dracula) – 1958, Terence Fisher
7. A Maldição de Frankenstein (The Curse of Frankenstein) – 1958, Terence Fisher
8. A Múmia (The Mummy) – 1932, Karl Freund
9. Inverno de Sangue em Veneza (Don’t Look Now) – 1973, Nicolas Roeg
10. O Fantasma da Ópera (The Phantom of the Opera) – 1962, Terence Fisher
11. Halloween: A Noite do Terror (Halloween) - 1977, John Carpenter
12. O Maniaco (Maniac) – 1980, William Lustig
13. A Mansão Marsten (Salem's Lot) – 1979, Tobe Hooper
14. Força Sinistra (Lifeforce) – 1985, Tobe Hooper
15. As Bodas de Satã (The Devil Rides Out) – 1968, Terence Fisher
16. A Hora do Pesadelo (A Nightmare on Elm Street) – 1984, Wes Craven
17. Pânico (Scream) – 1996, Wes Craven
18. A Noite dos Mortos-Vivos (Night of the Living Dead) – 1968, George A. Romero
19. Aniversário Macabro (The Last House on the Left) – 1972, Wes Craven
20. Embalsamado (Mortuary) – 1983, Howard Avedis

    Visto que tratamos anteriormente, de uma maneira direta do gênero terror, porque não abrir espaço para um suspense?

1. Psicose (Psycho) – 1960, Alfred Hitchcock
2. A Malvada (All About Eve) – 1950,  Joseph L. Mankiewicz
3. O Que Terá Acontecido a Baby Jane? (What Ever Happened to Baby Jane?) – 1962, Robert Aldrich
4. Vertigo, Um Corpo que Cai (Vertigo) – 1958, Alfred Hitchcock
5. Rebecca, a Mulher Inesquecível (Rebecca) – 1940, Alfred Hitchcock
6. Os Pássaros (The Birds) – 1963, Alfred Hitchcock
7. Intriga Internacional (North by Northwest) – 1959, Alfred Hitchcock
8. O Homem Errado (The Wrong Man) – 1956, Alfred Hitchcock
9. Cortina Rasgada (Torn Curtain) – 1966, Alfred Hitchcock
10. Marnie, Confissões de uma Ladra (Marnie) – 1964, Alfred Hitchcock
11. Disque M para Matar (Dial M for Murder) – 1954, Alfred Hitchcock
12. O Homem que Sabia Demais (The Man Who Knew too Much) – 1955, Alfred Hitchcock
13. Um Clarão nas Trevas (Wait Until Dark) – 1967, Terence Young
14. Janela Indiscreta (Rear Window) – 1954, Alfred Hitchcock
15. Pacto Sinistro (Strangers on a Train) – 1950, Alfred Hitchcock
16. Frenesi (Frenzy) – 1974, Alfred Hitchcock
17. Alguém me Vigia (Someone’s Watching Me!) – 1978, John Carpenter
18. Os Olhos de Laura Mars (Eyes of Laura Mars) – 1979, Irvin Kershner
19. Esposas em Conflito (Stepford Wives) – 1975, Bryan Forbes
20. Encurralado (Duel) – 1971, Steven Spielberg

      Concluindo, pra gente ser feliz, os 15+ musicais pra vocês se deliciarem!

1. Cantando na Chuva (Singin' In The Rain) – 1952, Stanley Donen
2. Gigi (Gigi) – 1958, Vincente Minnelli
3. Sete Noivas para sete Irmãos (Seven Brides for Seven Brothers) – 1954, Stanley Donen
4. A noviça Rebelde (The Sound of the Music) – 1965, Robert Wise
5. Era uma Vez em Hollywood (That's Entertainment) – 1974, Jack Haley Jr.
6. Nasce uma Estrela (A Star Is Born) – 1954, George Cukor
7. Grease: Nos Tempos da Brilhantina (Grease) - 1978, Randal Kleiser
8. Os Embalos de Sábado à Noite (Saturday Night Fever) – 1977, John Badham
9. The Compleat Beatles (The Compleat Beatles) – 1982, Patrick Montgomery
10. Fantasia (Fantasia) – 1940, Walt Disney
11. Flashdance (Flashdance) – 1982, Adrian Lyne
12. Amor, Sublime Amor (West Side Story) - 1961, Jerome Robbins, Robert Wise
13. O Mágico de Oz (The Wizard of Oz) - 1939, Victor Fleming
14. Mary Poppins (Mary Poppins) - 1964, Robert Stevenson
15. Sinfonia de Paris (An American in Paris) - 1951, Vincente Minnelli

     Bem pessoas, acho que é (só) isso. deixei muitos títulos de fora, disso eu bem sei, mas quero estimular o senso crítico de vocês. Estou pronto para "apedrejamentos" (risos).

Outubro começou tão bem.
Me sentindo livre para aproveitar um pouco minha vida.
Pensando, claro, num cinema.
Dandan Gouveia Bonne.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Um pouco de verdade: "A vida não é fácil, acostume-se com isso!"

Pessoas!!! Admitindo a "fuga", durante esse mês, queria compartilhar algo que li há uns anos atrás, que estava perdido em meu banco de dados e finalmente encontrei.
Trata-se, nada mais, nada menos, que o senhor Bill Gates. Fundador da gigante Microsoft®, e atualmente trabalhando em ONGs, com propósito de amenizar a fome e a divisão socioeconômica pela qual passa o globo, certa vez foi convidado por uma escola secundária, em Seattle para uma palestra. Chegando de helicóptero, tirou um pequeno (interessante sua preferência por compactações) papel do bolso, no qual havia escrito onze itens. De maneira sucinta, portanto direta, o americano falou a respeito de como a "política educacional de vida fácil" (se assim podemos definir) para as crianças têm criado uma geração totalmente sem conceito da realidade, e como  esta política têm levado tantas pessoas a falharem em suas vidas posteriores à escola. Interessante como esse "sonho americano" não funciona  mais (nem na verdade nunca funcionou), nem mesmo em sonhos!


Muito conciso, alunos e corpo acadêmico da escola esperavam que ele fosse fazer  um discurso estendendo-se para uma hora ou mais – o que seria absolutamente normal. Porém, o bilionário de uma das maiores empresas no ramo de sistemas operacionais do planeta, falou por meros (e que meros) 5 (cinco) minutos. Vejam o que o próprio disse:

1.    A vida não é fácil acostume-se com isso.
2.  O mundo não está preocupado com a sua auto-estima. O mundo espera que você faça alguma coisa útil por ele ANTES de sentir-se bem com você mesmo.
3.   Você não ganhará R$ 20.000 por mês assim que sair da escola. Você não será vice-presidente de uma empresa com carro e telefone à disposição antes que você tenha conseguido comprar seu próprio carro e telefone.
4.    Se você acha seu professor rude, espere até ter um chefe. Ele não terá pena de você.
5.   Vender jornal velho ou trabalhar durante as férias não está abaixo da sua posição social. Seus avós têm uma palavra diferente para isso: eles chamam de oportunidade.
6.    Se você fracassar, não é culpa de seus pais. Então não lamente seus erros, aprenda com eles.
7.    Antes de você nascer, seus pais não eram tão críticos como agora. Eles só ficaram assim por pagar as suas contas, lavar suas roupas e ouvir você dizer que eles são “ridículos”. Então antes de salvar o planeta para a próxima geração querendo consertar os erros da geração dos seus pais, tente limpar seu próprio quarto.
8.  Sua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas você não repete mais de ano e tem quantas chances precisar até acertar. Isto não se parece com absolutamente NADA na vida real. Se pisar na bola, está despedido… RUA!!! Faça certo da primeira vez!
9.  A vida não é dividida em semestres. Você não terá sempre os verões livres e é pouco provável que outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada período.
10.  Televisão NÃO é vida real. Na vida real, as pessoas têm que deixar o barzinho ou a boate e ir trabalhar.
11.  Seja legal com os CDFs (aqueles estudantes que os demais julgam que são uns babacas). Existe uma grande probabilidade de você vir a trabalhar PARA um deles.

Ao proferir tal discurso, o americano foi simplesmente aplaudido (de pé) durante mais de 10 (dez) minutos, sem intervalos – até nisso o cara sai no lucro! Agradecido, simplesmente partiu, como se nada estivesse acontecido, em seu helicóptero.

Bem interessante (para não ser taxado de chato ao extremo); as vezes, um "choque de realidade" cai bem. É sábio perceber que a "crise educacional" não assola apenas o "micro" Serra Leoa, ou o "middle" Brasil, mas também o "macro" gigante econômico do mundo. O fato é: a educação não parte das escolas. A educação parte de você. Porque pra mim, "simplório micro ser humanóide" que sou, educação é conduta. Conduta é ética. E ética, vida.



Por Dandan Gouveia, 06 de Setembro de 2013.
No dia do sexo, só pra ser do contra.